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Aplicação da acupuntura japonesa no combate à enxaqueca

Aplicação da acupuntura japonesa no combate à enxaqueca

A acupuntura japonesa tem se mostrado eficaz no combate da enxaqueca, uma doença que atinge grande parte da população mundial. Caracterizada por dor intensa, latejante e pulsátil na região da cabeça, a doença pode prejudicar a vida pessoal, social e profissional de uma pessoa. Os principais sintomas são: náuseas, fotofobia e irritabilidade. A boa notícia é que por meio da acupuntura japonesa é possível tratar a enxaqueca e obter-se a diminuição ou até ausência dos sintomas. A Kangendô oferece atendimento de acupuntura japonesa na Terapia Biointegrativa e no Centro de Terapias

Mestre Valério Lima

Mestre Valério Lima, especialista no assunto e diretor da Kangendô, reforça que a maioria das pessoas buscam tratamento convencional para a enxaqueca, principalmente com o neurologista. Mas, conforme ele, poucas pessoas conseguem resultados efetivos, pois o tratamento normalmente é baseado em medicamentos. “Os tratamentos convencionais tratam os sintomas e não o que causa a doença”, aponta. 

Valério assinala que a acupuntura caracteriza-se por tratar a causa e a origem da patologia. De acordo com ele, a maioria das dores de cabeça tem relação direta com o sistema digestório, os estados emocionais e, principalmente, o estresse da vida moderna. “Pessoas que passam muitas horas no computador acabam sendo mais propensas a desenvolverem enxaqueca”, afirma.  

Possíveis causas das dores

Na visão da acupuntura, em geral, o fígado, o sistema digestório e a vesícula biliar são os grandes vilões no progresso da doença. Valério destaca que, primeiramente o acupunturista precisará identificar os desequilíbrios no organismo, para depois aplicar as agulhas. “É possível perceber os desequilíbrios presentes nos órgãos internos e na energia vital que percorre os meridianos que se conectam diretamente com esses órgãos”, esclarece.

Por meio de poucas agulhas são dados estímulos para que o corpo faça uma reorganização e um realimento. Com isso, ele reforça que há uma melhora no metabolismo, no sistema digestório e as tensões diárias são amenizadas. “A partir da primeira sessão já é possível observar recuperação do paciente, que torna-se progressiva com a continuidade do tratamento. O paciente chega para o tratamento com dor, mas consegue sair sem nenhuma sintoma ou sai ao menos 70% melhor do que quando chegou”, finaliza. 

Melhor momento para iniciar o tratamento

A dor de cabeça não escolhe a hora. Pode ser diária ou ocorrer algumas vezes durante a semana. A duração da dor pode ser de horas e às vezes, dias seguidos. Para iniciar o tratamento, o diretor da Kangendô aconselha que a pessoa procure o atendimento estando com dor. E, ainda, preferencialmente, que evite tomar medicamentos antes do tratamento com a acupuntura. “Os remédios mascaram e dificultam a identificação da real origem da dor”. 

Valério recomenda que quando o paciente está em crise, é importante que ele faça o tratamento pelo menos duas vezes por semana até sair dela. Ele relata que muitas pessoas não conseguem trabalhar, terem vida social e muitas apresentam fotofobia e até desenvolvem depressão. “Situações extremas de dor, que interferem na rotina do paciente, recomenda-se duas sessões por semana e, posteriormente, após amenização dos sintomas, apenas uma. É fundamental tratar a dor pela raiz. Antigamente a enxaqueca afetava mais adultos. Atualmente os jovens também têm desenvolvido a doença. O que é reflexo da vida agitada que se inicia cada vez mais precocemente”, analisa.  

Quantidade mínima de sessões para o tratamento

Com aproximadamente cinco sessões é possível perceber espaçamento na frequência em que ocorrem as crises. Com essa mesma quantidade de sessões elas podem também ocorrer com menos intensidade. Porém, segundo Valério, há casos em que podem ser necessárias até 10 sessões para que a pessoa se reequilibre totalmente e não tenha mais sintomas.

O especialista destaca que há casos em que é feita uma orientação sobre o estilo de vida da pessoa para que o resultado do tratamento se mantenha. “O estilo de vida pode causar a doença ou potencializar os seus efeitos. Especialmente no que diz respeito à alimentação, alimentos à base de cafeína ou muito gordurosos afetam muito o sistema digestório, sobretudo o  fígado, favorecendo o desenvolvimento das dores. Logo, o paciente também precisa fazer a parte dele para se manter saudável e sem dores”, conclui. 

Casos concretos de sucesso na Kangendô

O engenheiro agrônomo, Thiago de Melo, 42, veio até a Kangendô por indicação e relatou que sofria de enxaqueca desde os 14 anos de idade. Conforme ele, a dor era tão intensa que ele chegava a ficar hospitalizado e ter desmaios. Ele fez o tratamento da Terapia Biointegrativa Kangendô (TBK) com o Mestre Valério Lima e obteve resultados surpreendentes com a acupuntura japonesa. “Já na primeira sessão saí do consultório com menos dor e pude ir para minhas atividades normais. No final do mesmo dia, a dor havia desaparecido. Fiz um tratamento intenso, com mais ou menos cinco sessões. As crises eram constantes. Já tem aproximadamente seis meses que terminei o tratamento e as dores praticamente sumiram”. 

O caso da designer Jhade Sales, 26, foi semelhante ao do Thiago. Ela fez cinco sessões de TBK com o Valério, uma vez por semana. Ela chegou até a Kangendô por indicação. Valério utilizou especialmente a acupuntura japonesa na paciente. “Terminei o tratamento há aproximadamente um mês e eu acho que tive dor de cabeça somente uma vez e mesmo assim, bem mais fraca”, relatou. 

Com DDD

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