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Tratamento para alergias com o uso de técnicas japonesas

Tratamento para alergias com o uso de técnicas japonesas

As alergias surgem quando menos se espera e possuem causas diversas para cada pessoa. Os sintomas variam e a alergia surge em resposta a uma reação do sistema imunológico e individual de cada um. Após exposição a determinado agente, como insetos, alimentos, fungos, ácaros, medicamentos, pelos de animais, entre outros. Para o Sensei Valério Lima, fundador da Escola Kangendô e especialista em várias técnicas orientais, a acupuntura japonesa é excepcional para o tratamento das alergias.  

Segundo Valério, independente se a alergia tiver causa alimentar, respiratória ou dermatológica, a acupuntura consegue tratar com eficiência todos os sintomas. Ele explica que a Kangendô utiliza um método especial, desenvolvido por um médico do Japão, que trata as causas que promovem as alergias. “O método consiste na utilização da micro sangria, ou seja, na punção e retirada de 15 a 20 gotas de alguns pontos de meridianos da acupuntura nos dedos. Com o uso desta técnica, é possível eliminar crises alérgicas, principalmente de asma, bronquite, rinite ou sinusite”, aponta.

Conforme o Sensei, para a pessoa sair completamente da crise são necessárias de três a cinco sessões consecutivas. Valério relata que em geral, na medicina oriental, o pulmão está relacionado diretamente com a pele. “Todas as alergias que são dermatológicas, observamos uma relação direta com desequilíbrio do pulmão. Pessoas com problemas respiratórios ou que tenham passado por problemas graves de depressão estão mais propensas a desenvolverem alergias, pois tiveram desequilíbrio da energia vital do organismo”, ressalta.

Alergias em crianças e método shonishin

As crianças, em geral, são afetadas com as alergias atópicas, de acordo com Valério. Para elas, os profissionais da Kangendô utilizam o método chamado shonishin ou acupuntura pediátrica. A técnica consiste em aplicar pequenos estímulos com agulhas que não perfuram a pele. Os resultados são rápidos, eficientes e efetivos.

“As agulhas utilizadas no shonishin apenas raspam a pele. Friccionamos a agulha e realizamos pequenos toques na pele da criança. Por meio desses estímulos, o corpo da criança começa a se reequilibrar e se reorganizar. É um processo totalmente indolor. Como a criança está com plenitude da sua vitalidade, uma sessão pode durar 10 minutos apenas. E, com duas sessões subsequentes em dois dias, já é suficiente para observar alterações e melhora”, afirma.

O shonishin é um método não invasivo de acupuntura. Valério Lima estudou a técnica no Japão, sendo também um associado da Associação de Shonihari japonesa. As agulhas de shonishin são pequenas para ficarem escondidas na mão do terapeuta e as crianças não perceberem. As técnicas são gentis e suaves, especialmente para serem executadas nas crianças.

Alergia à amoxicilina

A mamãe Thayná Della Penna Barbosa Soares, adepta à acupuntura japonesa e aluna do curso de pós-graduação da escola Kangendô, relata que seu filho teve uma crise alérgica à amoxicilina em 2018, quando tinha dois anos. De acordo com ela, os sintomas ocasionaram em placas vermelhas e altas por todo o corpo.

Thayná procurou o Sensei Valério Lima, durante as aulas e o mesmo utilizou o shonishin em seu filho. “Na primeira sessão, em apenas 20 minutos, o Sensei realizou o tratamento em meu filho e as placas já clarearam e o inchaço sumiu. Após dois dias, levei meu filho novamente, o tratamento foi repetido e os sintomas da alergia sumiram completamente”, finaliza.

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